Super 12 inicia fase decisiva com hexagonal esvaziado por restrições da entidade.

Sem jogos pela seleção, por que atletas centralizados seguem impedidos de atuar? Clubes prejudicados, produto desvalorizado e o rugby em queda.


A fase final do Super 12, principal competição de rugby XV do Brasil, começa de forma preocupante: o hexagonal decisivo está sendo esvaziado pela ausência de diversos atletas centralizados. Mesmo sem compromissos imediatos com a seleção brasileira, esses jogadores seguem impedidos de atuar por seus clubes, uma decisão da entidade que levanta sérias dúvidas sobre sua lógica e propósito.

O resultado é uma competição esvaziada tecnicamente, com clubes desfalcados em um momento crucial. A ausência dos principais nomes compromete o espetáculo, desvaloriza o produto e afasta torcedores e patrocinadores.

Se o objetivo é fortalecer o rugby nacional, por que não permitir que os atletas joguem enquanto não há jogos da seleção? Essa postura rígida, sem diálogo com os clubes, impacta diretamente na qualidade do campeonato e mina a sustentabilidade do esporte no país.

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Em 19/07/2026 às 10h55 - Atualizado em 19/07/2026 às 10h56